Após uma abertura coberta de críticas mundo a fora e um clima muito tenso por conta da presença da Dilma e do presidente da Fifa, Joseph Blatter - esse inicio de Copa Do Mundo teve seus pontos positivos para mim, pois vi que a insatisfação com tudo isso é praticamente unânime dentro de toda população brasileira que não fazem partes dessas comissões, claro que os dois (Dilma e Blatter) permaneceram discretos sem pronúncias, pois a insatisfação existe, porém enquanto a bola está rolando, toda essa exaltação é amenizada e, mesmo assim foram hostilizados. Acredito que se houvesse qualquer discurso de ambos, terio tido uma catástrofe dentro do estádio.
Um gol foi contra, outro pelo Neymar e o outro num pênalti, que entendedores de todo o mundo consideraram como forjado. Torcer para o Brasil nesta copa e comemorar as vitórias, é como aqueles estudantes fazendo trote no semáforo e quando perguntar em que universidade passou, eles respondem em uma que é pública, detalhe: Sem o FIES.
Em jogos do Brasil é feriado, para os não tão amantes do futebol, eu chamo isso de pretexto para encher a cara, fazer churrasco e bagunçar (cultura boa que o Brasil cultiva FIELMENTE), ou seja, tudo o que a mídia e o comércio sempre quis - Salvo aqueles que apreciam o esporte com responsabilidade e cultivam essa cultura com paixão, com apenas o intuito vibrar com os jogos.
Hoje muitos foram as ruas protestar contra essa copa absurda, mas infelizmente não obtiveram nenhum apoio das imprensas, muito pelo contrário, só souberam ridicularizar as marchas enfatizando os marginais do Black Blocs e, quanto aos princípios dos pacificantes da mesma, foi deixado de lado, afinal, manda quem ''paga a conta''.
Deixo aqui uma frase do grande comentarista Cajuru: ''O Brasil vai perder, mas a seleção vai ganhar ''.
(Gabriel Joaquim)
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